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domingo, 13 de maio de 2012

"Direitos": Por que tanto incômodo quanto ao casamento gay?


"Direitos": Por que tanto incômodo quanto ao casamento gay?
O direito, como as demais ciências, têm destinado maior importância às questões sobre as identidades sexuais. Atualmente, muito se discute sobre os reflexos sobre as manifestações homoafetivas na sociedade como um todo. Bem certo de que a mídia tem destinado maior espaço ao tema.

Por essa razão, tivemos a oportunidade de ter acesso aos dados da recente pesquisa do IBGE, que trouxe a informação de que 55% da população brasileira repudia o casamento gay. Sobre a pesquisa, desconheço a metodologia e a amostragem utilizada. Nem quero conhecer, pois não consigo compreender como um número inexpressivo de pessoas ouvidas numa pesquisa de opinião publica, somado ao poder (negativo) da mídia em massa, possa refletir ações (e reações) numa sociedade toda.

Também não compreendo como uma sociedade dita em sua maioria como heterossexual possa expressar um inconformismo sobre uma união entre duas pessoas do mesmo sexo. Afinal, é algo que não faz parte da realidade a ser vivida por ela. Por que tanto incômodo? A expressão de uma orientação sexual diversa da dita "normalidade heterossexual" incomoda porque traz inquietude na vida social. Observar uma realidade da qual não se participa faz com quem cada pessoa tenha de rever seus conceitos, preconceitos e também o modo de aceitar, respeitar e tolerar as diferenças.

Tanto trabalho pode ser substituído pela indiferença e preconceito. Afinal, mais fácil é se fazer de desentendido e preconceituoso à mudar as bases educacionais, morais e éticas existente e consolidada em cada pessoa. O direito, ao reconhecer e estender os direitos da união estável heterossexual às homoafetivas não inovou, apenas RECONHECEU uma realidade social muito antes construída. Elevando o que antes era marginalizado ao patamar da dignidade. Tirando da escuridão uma situação que há milênios a sociedade já experimentava e que já assistíamos.

Quando decidi profissionalmente escrever sobre o direito homoafetivo não limitei meus pensamentos (única e exclusivamente) para os aspectos patrimoniais de uma relação que, agora, pode ser formalizada perante um cartório por força de uma decisão judicial. Tratar os direitos homoafetivos é estar apto à defesa de direitos humanos. Significa o anseio e desafio profissional de tutelar situações que expõem SERES HUMANOS à homofobia, à violência física e moral, à coação no local de trabalho, aos direitos previdenciários não concedidos, ao direito a saúde e fornecimento de medicamentos, à sucessão e outra série infinita de direitos.

A orientação sexual merece tutela jurídica porque é inerente à condição de ser pessoa. Expressá-la é mais que um direito à dignidade da pessoa humana. É a certeza de vivenciar uma sociedade justa. Se por ora não podemos experimentar de uma sociedade igualitária, que ela seja ao menos, equitativa. Somente com indivíduos aptos à tolerância é que se pode construir um ambiente justo, ainda que se evidencie a desigualdade. A orientação sexual independe de aceitação. Buscar aceitação pela família, sociedade e demais convívio social seria "pedir autorização" para ser quem você é. Creio não se precise disso. Situações de violência domestica, expulsão de filhos de casa por famílias inconformadas e outras infinitas realidades poderiam ser evitadas se cada pessoas pudesse TOLERAR a expressão sexual de alguém que a manifesta de forma sadia, dentro de uma limite razoável que o faça ser respeitado no âmbito social.

A homoafetividade não é expressão anormal de sexualidade. Anormal é aceitar a idéia de que violência e intolerância sexual são comuns - que sempre existiram e existirão. Partilho do entendimento de que um longo e árduo trabalho educacional deva ser feito, mas enquanto não se muda uma sociedade inteira, que tal mudarmos nossa visão particular e permitir assim o direito fundamental à tolerância ao próximo? Não permitam o silêncio. Situações vexatórias e de violência física e moral devem ser denunciadas.

Procure sempre um advogado de sua confiança e que respeite sua dignidade enquanto pessoa.

Forte abraço!

"Direitos": O que pretende o Estatuto da Diversidade Sexual?



"Direitos": O que pretende o Estatuto da Diversidade Sexual?
Depois de uma decisão histórica pelo STF, um novo passo foi iniciado rumo à defesa dos direitos homoafetivos.  A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por intermédio da Comissão da Diversidade Sexual, apresentou ao Presidente do Senado o que podemos chamar de anteprojeto do Estatuto da Diversidade Sexual.

Mas, afinal, o que pretende o Estatuto e quais os avanços para o público LGBT? Primeiro, ressalto que a proposta é fruto de parceria com movimentos sociais e ativistas do segmento LGBT. Assim, reflete (ou deveria refletir) a necessidade contemporânea de respeito e proteção legal das pessoas que expressam a orientação sexual como um direito enquanto pessoa.

Podemos considerar que a elaboração do documento venha a ser uma espécie de enfrentamento para o Poder Legislativo, que sempre se manteve inerte, porque os poderes Executivos e Judiciário sempre se manifestam sobre o tema (de forma favorável ou não).

Fato é que poderíamos discorrer de forma considerável sobre a efetividade da normatização do Estatuto. Sobretudo sobre as ações afirmativas. Mas torna-se inegável que  sua aprovação seria de significativo avanço e respeito à defesa dos direitos de cidadãos homossexuais.

Do texto do Estatuto, disponível aqui, podemos verificar que em 109 artigos há sugestões legislativas e alterações de outros dispositivos legais presentes no Códigos Civil, Penal e Militar e na Consolidação das Leis do Trabalho.

A idéia inicial é que o Estatuto da Diversidade Sexual funcione como um ‘microssistema’. Isto é, assim como Código de Defsa do Consumidor, Estatuto da Criança e do Adolescente, seja ele compreendido como uma inclusão social, promovendo de forma indiscriminada o combate à homofobia e a tolerância à orientação sexual ou por identidade de gênero.

O texto do Estatuto não é idéia nova. Precisamos relembrar que a Presidência da República editou as Resoluções 56 e 60, convocando a Conferência Nacional LGBT para elaborar o projeto de lei de um Estatuto da Cidadania. Esse desafio foi abraçado pelos advogados de todo o Brasil, que, com o auxílio de diversos movimentos sociais, criaram 38 Comissões da Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para tornar viável o projeto.

O texto sugere, por exemplo, a possibilidade de concessão de licença-natalidade a casais homossexuais que adotarem crianças. Observe bem: licença- NATALIDADE. Sim, o Estatuto prevê o fim da licença-maternidade e da licença-paternidade, encerrando uma distinção que considera incompatível com a paternidade responsável contemporânea. O projeto prevê uma licença-natalidade de 180 dias, sendo 15 dias gozados simultaneamente pelo casal e o restante, de forma não cumulativa, por qualquer um dos cônjuges.

Também consolida na lei garantias como o pagamento de pensão por morte e auxílio-reclusão e inclusão de parceiro como dependente no Imposto de Renda.

O direito à livre orientação sexual é tema que sempre defendi de forma pessoal, sobre ela já falamos em outras oportunidades nesta Coluna. Todavia, o Estatuto da Diversidade Sexual me parece elencar princípios, normas de conteúdo material e processual, de natureza civil e penal, que consagram uma série de prerrogativas e direitos a homossexuais, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis, transgêneros e intersexuais.

Aguardo ansiosamente pelo dia em que o Estado cumpra seu papel garantidor da cidadania, respeitando cada pessoa em sua individualidade, sem embaraços nem constrangimentos.

A participação social é muito importante nessa fase de confecção do documento que deu origem ao Projeto do Estatuto. Sua idéias podem valer muito, envie-as para o e-mail estatutods@mbdias.com.br.

Quando se faz necessário o direito à pensão alimentícia em relações homoafetivas?

Quando se faz necessário o direito à pensão alimentícia em relações homoafetivas?
A família, antes formada por um homem, uma mulher e seus filhos, já não reflete os anseios de uma sociedade que tem lutado pela igualdade e pelo justo. A família contemporânea ganhou novos formatos, novas dimensões e agora reflete o que antes era deixado à mercê do escondido, do errado, do pecado.

As relações homoafetivas refletem a pluridade que o formato das famílias sofrem no atual cenário e assim como uma relação heterossexual é pautada pelo respeito, pelo afeto e intuito de assistência moral e material.

A decisão pelo STF, reconhecendo as relações homoafetivas como entidades familiares só sedimentou o entendimento de que apesar de todo preconceito, existem pessoas que merecem ser tuteladas em sua dignidade. Bem verdade que inúmeros casais já haviam realizado atos em cartório, antes mesmo da decisão. O que houve agora é o imediato e irrecorrível direito à tolerância – pelo Poder Judiciário e pelos Cartórios.

A família não é apenas uma instituição é, em verdade, um instrumento de afirmação da dignidade humana.  E nesse espaço, cada individuo se desenvolve como Ser, em sua plenitude. Todavia, assistimos situações em que os envolvidos pelo “até que a morte nos separe” se deparam com o “não deu certo, vamos separar”.

A prática me vez compreender  o quanto é comum que nessas relações homoafetivas exista aquele que é economicamente mais favorecido. Compreendam que estou despedido de qualquer preconceito, mas é esses casos que assisti as situações mais constrangedoras, incluindo a violência doméstica – tudo pelo sustento e ostentação.

Quando nos referimos a essas relações onde existe a mútua assistência, é necessário que se estude a possibilidade do dever de pagamento de alimentos (pensão alimentícia) por parte daquele que tem condições de fazê-lo.

Preciso esclarecer que quando nos referimos a esse dever alimentar, devemos considerar dois aspectos, sob pena de incorrer em injustiça:
1 – Verificar a necessidade de quem pede a pensão (essa verificação surge da necessidade de não fomentar um enriquecimento sem causa. Certo que analisando essa necessidade é que é possível dizer com alguma certeza o direito que determinada pessoa tem, ao recebimento dos valores).

2 – Verificada a necessidade de quem pede, deveremos então verificar apossibilidade de quem vai pagar (nada adianta existir a necessidade se quem deveria pagar não o tem condições de fazer. Nesta análise é que será possível dentre outros parâmetros estudar a determinação do quanto deverá ser pleiteado).

E nesse binômio NECESSIDADE – POSSIBILIDADE é que algum separando convivente em união estável poderá adentrar a esfera do Judiciário a fim de que seja assistido em seus direitos ao que chamamos de “alimentos naturais” – destinado a manter a própria vida, por isso necessário.

 Não se esqueçam que a Justiça não existe como instrumento de vingança e aventuras processuais, ela é destinada aos que de fato necessitam de tutela em seus direitos.

Esclareço ainda que existe uma espécie de pensão alimentícia destinada à manutenção do padrão de vida, o que chamamos de “alimentos civis”. Possui por essência essa grande diferença: são destinado ao status da pessoa e sua condição social – nesses casos, um pedido ainda mais cauteloso deverá ser considerado.

Estejam certos da defesa de seus interesses, busquem orientação jurídica com um advogado de confiança. A Justiça só se concretiza quando não se ouve a quem alega o que é impossível.

Forte abraço!

*Jeferson Gonzaga é Advogado, inscrito na OAB/SP 307.936 e Presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Combate a Homofobia da OAB Campinas. Atua no cenário jurídico, desenvolvendo pesquisas e processos, inclusive os voltados ao direito homoafetivo. Site: www.jefersongonzaga.com.br.

domingo, 22 de abril de 2012

Perguntas e Respostas sobre o Óleo de Argan


 Devido ao recente aumento de questões envolvendo o Oleo de Argan e seus usos, resolvi criar um artigo que tirasse várias dessas dúvidas de uma vez. O Óleo de Argan é um produto com características muito interessantes em termos de beleza e revigoração dos cabelos e mesmo da pele. Nesse artigo, você vai aprender suas utilidades, formas de aplicação e propriedades químicas do Óleo de Argan. Ainda tem alguma dúvida? Utilize nossos comentários para fazer sua pergunta!
O que é o Óleo de Argan?
Óleo de Argan, também conhecido como MoroccanoilÓleo de MarrocosÓleo de ArgãoArgania ou Ouro Líquido de Marrocos é uma resina oleosa obtida de uma árvore tipicamente marroquina, também conhecida como Argan Spinosa. Suas propriedades terapêuticas incluem a beleza dos cabelos, quando aplicado de uma forma pré-estabelecida.
Quais os efeitos do Óleo de Argan nos cabelos?
Os efeitos mais celebrados do Óleo de Argan são os seguintes:
A primeira vantagem advém das propriedades hidratantes do Óleo de Argan, que age até mais profunda camada do fio de cabelo;
Devido à grande concentração de Vitamina E, os chamados “tecoferóis”, o Óleo de Argan é um Antioxidante poderoso, que vem impedir os radicais livres de dar uma aparência precocemente envelhecida às fibras dos cabelos;
Oleo de Argan contém Ômega 9, o tal “ácido oléico”, que é um poderoso emoliente e lubrificante, e devolve a elasticidade e o brilho aos fios de cabelo;
Por conter Ômega 6, também chamado “ácido linoléico”, o Oleo de Argan vem fortalecer a fibra dos cabelos, evitar a quebra fácil e restruturar os fios;
Oleo de Argan contém altas concentrações de Vitamina A, que age diretamente nos fios, melhorando sua maleabilidade;
Finalmente, o Óleo de Argan é composto por cerca de 80% de gorduras insaturadas, que são responsáveis pelo funcionamento das glândulas sebáceas, e mantém a oleosidade natural dos fios de cabelo.
Quais os modos de aplicação do óleo de Argan?
Há três maneiras diferentes de aplicar o Óleo de Argan em seus cabelos:
1. A pré-sublimação, onde você deve utilizar o xampu como de costume, e depois aplicar o Oleo de Argan pré aquecido, em forma de massagem. Isso revitaliza os cabelos.
2. A intrassublimação, onde você lava os cabelos com xampu, aplica o Óleo de Arganpré aquecido, em forma de massagem, e depois finaliza os cuidados com um finalizador. Esse procedimento serve para nutrir os cabelos e dar mais leveza.
3. A pós-sublimação, em que você faz a chapinha ou a escova em seus cabelos, e utiliza o próprio Oleo de Argan como finzalizador, visando obter a reparação das pontas, os cabelos mais macios e eliminar o frizz.
Posso usar o Oleo de Argan em cabelos tingidos?
Óleo de Argan pode ser aplicado em cabelos tingidos, para recuperar a maciez ao toque, recuperar pontas quebradas e fortalecer os fios. Além disso, outra prática comum é apicar um pouco do Óleo de Argan na forma de pré-sublimação, antes de aplicar a tintura no cabelo, para proteger sua estrutura molecular da química presente na tintura.
Posso usar o Óleo de Argan na pele?
Pode, sim. Há produtos específicos para esse fim, que são muito úteis na prevenção de estrias, acne e espinhas, além de psoríase, rugas e eczemas, agindo ainda, como anti-inflamatório e anti-oxidante.

Onde Encontrar Óleo de Argan


Com o aumento da publicidade acerca do Óleo de Argan e suas características favoráveis à beleza e saúde dos cabelos, muitas pessoas nos escreveram perguntando onde encontrar o Óleo de Argan, e esse post é para ajudar essas pessoas. Em nosso site há bastante anúncios de pessoas que vendem oÓleo de Argan, mas aqui nós vamos colocar algumas outras formas de encontrá-lo em sua cidade, e a primeira dica é:
  • Casas de Cosméticos. Em casa de cosméticos, como shampooe, condicionadores, esmaltes, maquiagem e tituras para cabelos, é muito provável que você encontre, também, algum tratamento à base de Óleo de Argan. Dirija-se a uma loja desse tipo e, se não encontrar, peça à balconista;

  • Supermercados. Nos supermercados e Hipermercados de sua região, com certeza, no setor de cosméticos, você encontrará algumas marcas e tratamentos diferentes, com base no Óleo de Argan;

  • Internet. Essa é para quem já conhece o Óleo de Argan, e já tem uma marca preferida. Na internet você encontra ótimos preços, e algumas lojas vendem até com frete grátis. Se você já sabe o que quer, procure na internet e compre direto de um fornecedor de qualidade, pelo melhor preço. Aqui, deixamos um link para facilitar sua vida (esse link mostrará resultados no Google Shopping, com os vendedores mais confiáveis e/ou mais próximos de onde você estiver. O link é esse: Busca Google Óleo de Argan

  • É isso, esperamos que esse artigo sobre Onde Encontrar Óleo de Argan tenha sido útil para você. Não deixe de curtir nossa página no Facebook!
    Escova com Óleo de Argan

    A essas alturas, você com certeza já conhece os benefícios da Escova com Oleo de Argan para seuscabelos. O Oleo de Argan aumenta o brilho, deixa mais forte e ainda serve como auxiliar no alisamento.
    Óleo de Argan, em combinação com o Óleo de Cacau e oColágeno, trata seus cabelos dando a eles um aspecto natural muito apreciado e um tanto duradouro. Além de ser natural, por não conter formol, a escova progressiva com Oleo de Argan (ou Argan Oil, em inglês) é rápido, pois sua aplicação leva apenas duas horas e age relaxando, amaciando e alizando os cabelos. Outra vantagem do Óleo de Argan é que ele recupera rapidamente cabelos maltratados pelo sol, ou por tratamentos mais severos aplicados anteriormente. O Oleo de Argan só tem vantagens!
    Escova Progressiva com Óleo de Argan
    Antes e Depois
    É claro que você pode aplicar o Óleo de Argan sozinha, no conforto de sua casa e sem precisar de ninguém. Mas vamos ser sinceros, a aplicação correta do Óleo de Argan em seus próprios cabelos requer certo malabarismo, e há muito em jogo para se arriscar, não acha? Por isso, para fazerEscova com Oleo de Argan, você precisa da ajuda de um profissional, que poderá auxiliá-la a obter os melhores resultados. Há muitas marcas de Óleo de Argan disponíveis no mercado. Descubra qual é a melhor para a suaEscova com Oleo de Argan.

    ARGAN, Óleo de argan, o ouro de Marrocos



     
    O óleo de Argan é um produto natural resultado da pressão das amêndoas extraídas e dos frutos secos de Argan, uma árvore disponível apenas no território da reserva de biosfera no sul de Marrocos.
     






    Óleo de Argan

    • anti-aging, efecto regenerativo de la piel
    • Anti-séptico e fungicida
    • Suaviza, hidrata e acrescenta brilho à pele
    • Estimula a oxigenação da pele e elasticidade
    • Protege a pele das agressões externas
    • Restaura a camada hidrolipídica e aumenta o conteúdo da célula da pele
    • Reestrutura e fortalece as unhas e cabelos.
     
     

    ÓLEO DE ARGAN: RECOMENDAÇÕES E USOS argan arbol
    A árvore de Argan Spinosa, cresce apenas no sudoeste de Marrocos, é por sua natureza, uma árvore única no mundo.
    Actualmente, muitos laboratórios usam óleo de Argan para cabelos e unhas e na fabricação de sabonetes.
    Na verdade, o óleo de Argan é por seu conteúdo, perfeito para unhas e por sua vitamina E, ideal para combater o envelhecimento e ressecamento da pele.
    Em Marrocos, o óleo de Argan é usado como um componente básico de sua dieta e como parte da medicina tradicional.
    Aproximadamente 2 décadas atrás, as análises químicas do óleo de Argan, confirmou o seu valor nutricional e dermatológico (incluindo o uso para acne, rugas e lesões de menor gravidade).
    Óleo de Argan é também elevado em vitamina E, contém 80% de ácidos graxos essenciais: sendo 45% ácido oleico e 35% linoleico.

    Efeitos e recomendações de uso
    • Anti-envelhecimento, efeito regenerador da pele
    • Anti-séptico
    • Fungicida
    • Queimadura de sol
    • Doenças de pele como psoríase e neurodermite
    • Suaviza, hidrata e acrescenta brilho à pele
    • Óleo de Argan estimula a oxigenação da pele e elasticidade
    • Protege a pele das agressões externas
    • Restaura a camada hidrolipídica e aumenta o conteúdo da célula da pele
    • Reestrutura e endurece as unhas
    • Óleo de Argan também fortalece o cabelo 

    O óleo de Argan rapidamente penetra na pele deixando-a hidratada e sem gordura.
    Pode ser aplicado diariamente nas unhas, rosto, corpo e cabelo.

    Cuidados da pele: aplicar o óleo de Argan uma hora antes do banho.
    Cuidados das unhas: aplicar o óleo de Argan com sumo de limão antes de deitar-se.
    Cuidados do Cabelo: aplicar directamente uma gota na mesma ou de forma mais intensa 30 minutos antes da lavagem.

    O óleo de Argan é extraído sem a utilização de produtos químicos: É um produto biológico com benefícios demonstrados.
    Óleo de Argan virgem, 100% puro e natural
    Devido a fama do óleo de Argan internacionalmente e o forte pedido no mercado, se há encontrado durante alguns anos o nascimento de uma panóplia de "produtos de cosméticos à base de óleo de Argan"; produtos totalmente diferentes a não ser pelo nome.

    Para obter o pleno benefício do óleo de Argan sobre o corpo, é necessário que se seja o óleo 
    aceite de argande Argan, virgem, puro e 100% natural. Em caso de peles muito sensíveis ou com certas particularidades, é recomendável um aconselhamento médico como todos os casos de produtos cosméticos e medicinais.
    Óleo de Argan possui diferentes variedades:
    • Óleo de Argan específico como alimento
    • Óleo de Argan cosmético EXTRA VIRGEM
    • Óleo de Argan cosmético DESODORIZADO
    A variedade desodorizada possui um grande pedido, sendo que o óleo de Argan extra virgem tem um cheiro característico para alguns em particular.

    Óleo de Argan-dietético
    O óleo de Argan é usado na culinária, bom para cozinhar ou decorar em geral.
    Contém 80% de ácidos graxos insaturados do tipo oléico e linoléico, também chamados de essenciais porque não podem ser sintetizados pelo organismo e devem ser fornecidos pela alimentação.

    Óleo de Argan e colesterol 
     
    O óleo de Argan é particularmente interessante para a regulação do colesterol pelo teor de ácido oléico.

    Estudos mostram que 2 colheres de sopa de óleo de Argan diariamente por um mês pode reduzir significativamente os níveis de colesterol no sangue.
    O óleo de Argan é rico em tocoferóis (620 mg / kg no óleo de Argan contra 320 mg / kg de azeite de Oliva) obtendo uma atividade de vitamina E. Esta vitamina é um poderoso antioxidante que captura os radicais livres e neutraliza a oxidação destrutiva.

    Propriedades dietéticas do Óleo de Argan
      propiedades argan
    • Anti-oxidante
    • Anticancerígena
    • Reduz a hipertensão
    • Reduzir a taxa de colesterol ruim
    • Reduz as dores articulares e reumatismos.
    • Estimula a capacidade cerebral.
    • Ajuda a digestão, aumentando a concentração de pepsina no tubo digestivo.

    ÓLEO DE ARGAN COSMÉTICO
    No sul de Marrocos, as mulheres sempre usaram óleo de Argan para o cuidado do corpo e do cabelo.

    Graças ao seu alto teor de vitamina E, re-energiza naturalmente a pele, hidrata e actua contra o ressecamento e envelhecimento.

    O óleo de Argan regenera a pele e combate o envelhecimento durante o repouso noturno.

    Na farmacopeia de Marrocos, o óleo de Argan é recomendado para acne, estrias e queimaduras. Ideal para massagem e banhos de óleos.
    Fortalece o cabelo. Nutre e revitaliza o couro cabeludo e dá brilho natural no cabelo e suavidade. Além disso, o óleo de Argan é recomendado para as unhas quebradiças, nutrindo e protegendo contra as agressões externas.
    Propriedades cosméticas do Óleo de Argan
    • Fortalece o cabelo proporcionando brilho e flexibilidade.
    • Hidrata o cabelo depois de banho de mar
    • Estimula a regeneração e a oxigenação da pele
    • Fornece elasticidade da pele
    • Hidratação da Pele
    • Anti-rugasargan cosmetico
    • Nutre a fibra capilar
    • Promove a renovação celular
    • Revitaliza a pele e proporciona bem-estar
    • Cicatrizante
    • Tratamento de irritação da pele, acne, eczema, estrias de gravidez, queimaduras, psoríase, varicela.
    • Neutraliza os radicais livres e protege contra as agressões externas.
    • Tratamento de unhas enfraquecidas

    Óleo de Argan "BIO"
    semilla de arganO óleo de Argan é um produto natural resultado da pressão das amêndoas extraídas e dos frutos secos de Argan, uma árvore disponível apenas no território da reserva de biosfera no sul de Marrocos. Uma área declarada nos últimos anos como património florestal mundial da humanidade.

    A extracção do óleo de Argan é conseguido através de um processo mecânico, sem qualquer utilização de produtos químicos ou agentes semelhantes. Na verdade, o óleo de Argan virgem é um produto orgânico, com benefícios comprovados. 

    Devido a fama do óleo de Argan internacionalmente e o forte pedido no mercado, se há encontrado durante alguns anos o nascimento de uma panóplia de "produtos de cosméticos à base de óleo de Argan"; produtos totalmente diferentes a não ser pelo nome.

    Para obter o pleno benefício do óleo de Argan sobre o corpo, é necessário que se seja o óleo de Argan, virgem, puro e 100% natural. Em caso de peles muito sensíveis ou com certas particularidades, é recomendável um aconselhamento médico como todos os casos de produtos cosméticos e medicinais.